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Os hindus acreditavam que as safiras eram a união da humanidade com o céu.
Os Rubis eram considerados pelos Hindus como as pedras mais valiosas porque preservavam a saúde do corpo e da mente.
Os Rubis antigamente eram valorizados por sua invulnerabilidade. Para se chegar a isso, o Rubi deveria ser inserido dentro da carne de modo a tornar-se parte do corpo. Aqueles que incrustavam Rubis em sua pele acreditavam que se tornavam inatingíveis por quaisquer feridas causadas por lanças.
Segundo a lenda Hindu, o Rubi vermelho foi criado a partir do diamante incolor de uma Maharani (rainha) quando esta foi assassinada por um cortesão ciumento. Seu sangue manchou a pedra e todas as outras iguais a ela.
As prescrições modernas são iguais às antigas, que o Rubi utilizado por uma pessoa, favorece a circulação do sangue e o coração.

Originária da Índia e cultivada no Brasill, a árvore flor-de-abril (Dillenia indica) é também conhecida pelos nomes dilênia, bolsa-de-pastor, árvore-do-dinheiro e como maçã-de-elefante.
Na Índia, os povos tribais de Orissa costumam plantá-las nos quintais para diversas finalidades. As folhas são usadas como lixa para polir madeira e também como copos ou pratos. A madeira é considerada muito boa para lenha. Além disso, por ser dura, resistente e de grande durabilidade, é utilizada em construção naval, rodas hidráulicas, obras imersas em água e carpintaria. Os frutos verdes são cozidos para o preparo de picles. Os gomos, que são espessos, carnosos e côncavos, produzem um suco perfumado, ácido e agradável, que na Índia é usado como tempero e no preparo de bebidas refrigerantes, além de ser recomendado para a fabricação de xarope contra as anginas.
No Panamá, o fruto maduro é comido cru ou cozido e serve ainda para o preparo de doces. Já no Brasil, eles são considerados inconvenientes, sendo aproveitadas somente as folhas e as flores para ornamentação.
Se me é negado o amor, por que, então, amanhece;
por que sussurra o vento do sul entre as folhas recém nascidas?
Se me é negado o amor, por que, então,
A noite entristece com nostálgico silêncio as estrelas?
E por que este desatinado coração continua,
Esperançado e louco, olhando o mar infinito?
(Rabindranath Tagore)
Minha canção te envolverá com sua música, como os abraços sublimes do amor. Tocará o teu rosto como um beijo de graças.
Tagore
Os olhos foram feitos para ver coisas insólitas
Fez-se a alma para gozar da alegria e do prazer
O coração foi destinado a embriagar-se na beleza do amigo ou na aflição da ausência
A meta do amor é voar até o firmamento
A do intelecto, desvendar as leis e o mundo
Para além das causas estão os mistérios, as maravilhas
Os olhos ficarão cegos quando virem que todas as coisas são apenas meios para o saber
O amante, difamado neste mundo por uma centena de acusações, receberá no momento da união cem títulos e nomes
Peregrinar nas areias do deserto nos exige suportar beber leite de camelo, ser pilhados por beduínos
Apaixonado, o peregrino beija a pedra negra ansioso por sentir mais uma vez o toque dos lábios do amigo
E degustar como antes o seu beijo
Oh alma, não cunhe as moedas com o ouro das palavras
O buscador é aquele que vai à própria mina de ouro
Rubayat.
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador". As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais". A criação da ioga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).