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"Deus dorme nas pedras, respira nas plantas, sonha nos animais, desperta nos homens..."
(Poesia Indiana)
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Poemas épicos indianos como o Ramayana e Mahabarata contém interessantes lendas sobre pérolas: "Após a criação do mundo os quatro elementos honraram o Criador, cada um com um presente. O Ar ofereceu-lhe um arco-iris; o Fogo uma estrela cadente; a Terra um precioso rubi e a Água uma pérola". Na Índia acreditava-se que as pérolas nasciam na testa, cérebro e estômago dos elefantes (animais sagrados), também nas nuvens, conchas, peixes, serpentes, bambus e ostras. Sendo propriedade exclusiva dos deuses, as pérolas das nuvens irradiavam boa sorte. As pérolas das serpentes possuíam um halo azul e descendiam de Va’Suki, soberano das serpentes. Os mortais muito raramente viam essas pérolas: somente os de grande mérito gozavam de tal privilégio.

Em tudo está tua lembrança,
Na chuva e no sol,
Nos passos nas escadas...
Como uma noiva eu cheguei, há muito tempo,
Os seixos nas trilhas,
E as ruas de muitas cidades,
O caminhar em teus belos jardins,
Cada flor e rosa e árvore...
Em mim mesma está tua lembrança,
Pois tuas palavras e teus olhares
Me alcançam de mil formas,
Formas simples e gentis do dia-a-dia
Vivido tanto tempo juntos.
Como um planeta, giro em minha órbita
Em voltas, voltas, voltas
E meu centro é esta dor infinita,
A insaciável saudade de ti,
O amor que abrasa todo meu peito.
9 de dezembro de 1957
AMATU'L-BAHÁ
RÚHÍYYIH KHANUM
É um tipo de cordão de contas usados na Índia há séculos, para ajudar os devotos hindus e budistas a se concentrarem durante a meditação ritual.
O colar é segurado com uma das mãos e manipulado em círculo - para cada repetição do mantra , toca-se uma conta.
O Japa mala tradicional é formado por 108 contas.
O material usado para fazer as contas pode variar de acordo com a finalidade dos mantras usados. . Algumas contas podem ser utilizados para todos os fins e todos os tipos de mantras. Estas contas podem ser feitas a partir da madeira da árvore Bodhi (Ficus religiosa), Materiais como o cristal , pérola do escudo, ou concha de madrepérola são preferíveis. Estes podem servir para purificar a mente e afastar os obstáculos, como doenças, mau karma e distúrbios mentais.
Os de pérolas não são práticos , pois o uso repetido irá destruir a camada iridescente. Na maioria das vezes os japa malas de pérolas são usados como "jóia do Dharma".Mantras de magnetização devem ser recitados com japa malas feitos de açafrão , sementes de lótus, sândalo , ou outras formas de madeira, incluindo pêssego e pau-rosa .

Os hindus acreditavam que as safiras eram a união da humanidade com o céu.
Os Rubis eram considerados pelos Hindus como as pedras mais valiosas porque preservavam a saúde do corpo e da mente.
Os Rubis antigamente eram valorizados por sua invulnerabilidade. Para se chegar a isso, o Rubi deveria ser inserido dentro da carne de modo a tornar-se parte do corpo. Aqueles que incrustavam Rubis em sua pele acreditavam que se tornavam inatingíveis por quaisquer feridas causadas por lanças.
Segundo a lenda Hindu, o Rubi vermelho foi criado a partir do diamante incolor de uma Maharani (rainha) quando esta foi assassinada por um cortesão ciumento. Seu sangue manchou a pedra e todas as outras iguais a ela.
As prescrições modernas são iguais às antigas, que o Rubi utilizado por uma pessoa, favorece a circulação do sangue e o coração.

Originária da Índia e cultivada no Brasill, a árvore flor-de-abril (Dillenia indica) é também conhecida pelos nomes dilênia, bolsa-de-pastor, árvore-do-dinheiro e como maçã-de-elefante.
Na Índia, os povos tribais de Orissa costumam plantá-las nos quintais para diversas finalidades. As folhas são usadas como lixa para polir madeira e também como copos ou pratos. A madeira é considerada muito boa para lenha. Além disso, por ser dura, resistente e de grande durabilidade, é utilizada em construção naval, rodas hidráulicas, obras imersas em água e carpintaria. Os frutos verdes são cozidos para o preparo de picles. Os gomos, que são espessos, carnosos e côncavos, produzem um suco perfumado, ácido e agradável, que na Índia é usado como tempero e no preparo de bebidas refrigerantes, além de ser recomendado para a fabricação de xarope contra as anginas.
No Panamá, o fruto maduro é comido cru ou cozido e serve ainda para o preparo de doces. Já no Brasil, eles são considerados inconvenientes, sendo aproveitadas somente as folhas e as flores para ornamentação.